do que eu falo
quando falo
outras vidas
que não a minha
diário da loucura e de cemitérios
dos pensamentos
do delírio parceiro da sandice sã
muitas são as cores do crime
eu vos abraço, loucura
em nome da felicidade
se assim é.
terça-feira, julho 19, 2011
domingo, julho 17, 2011
E. II
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei.
e mesmo que soubesse sangraria
aos poucos até secar.
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei
eu não sei,
não sei, não sei, não sei.
e mesmo que soubesse sangraria
aos poucos até secar.
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poesia
sábado, julho 16, 2011
E.
e de repente meus sonhos estão confusos
barcos, ilhas, céus e montanhas
as coisas se misturam
mesclam nos pensamentos
e
me perco
é uma imensidão feito o mar
mergulho profundo
talvez sem volta
infinito
passa da linha que barra a loucura
e mais uma vez talvez, sem volta
meus sonhos estão confusos
e não sei se tenho muita vontade
de desconfundi-los
eles estão, são e serão
barcos, ilhas, céus e montanhas
as coisas se misturam
mesclam nos pensamentos
e
me perco
é uma imensidão feito o mar
mergulho profundo
talvez sem volta
infinito
passa da linha que barra a loucura
e mais uma vez talvez, sem volta
meus sonhos estão confusos
e não sei se tenho muita vontade
de desconfundi-los
eles estão, são e serão
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terça-feira, julho 12, 2011
co-ra-ção
é um coração de corda
não existe pilha, bateria ou tomada que
o retome
é a força natural que o move
que o faz pulsar
e assim estar vivo
Apesar da força que o cerca
o ar falta, a mão não dá corda
nada de pulsar
Ou de repente o pulsar vem tão violento
tão esmagador que só resta
a dor
é um coração do amor
domingo, julho 03, 2011
Das estrelas que se acedem e confundem o trânsito emocional
No espaço
grande e escuro
perdida.
As estrelas iluminam meu
passos
mas se apagam cada vez mais.
Minha conexões estão com
interferência.
Cometa passando, sol brilhando demais,
novas estrelas que habitam esse vazio
coração.
grande e escuro
perdida.
As estrelas iluminam meu
passos
mas se apagam cada vez mais.
Minha conexões estão com
interferência.
Cometa passando, sol brilhando demais,
novas estrelas que habitam esse vazio
coração.
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