terça-feira, abril 01, 2008

carta fúnebre



Daqui me resta gritar e dizer
como me sinto sem vocês
De como é sem TV a noite ou sem música durante
as tarefas
Não, não vim parar no inferno
simplesmente não consigo sair dessa caixa

Estou feliz com a partida, era previsto isso desde
de que me conheço por gente
Não ter incômodos ...pessoas e todo tipo de coisas

loucura perdida

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

carta para ele (2)

Saber sobre você me deixa feliz, gosto disso.
beijo

quarta-feira, janeiro 30, 2008

carta para ele


Oi, não sei o que está acontecendo...esse tempo todo convivemos juntos e nunca nunca passou pela minha cabeça algo assim. Não sei como agir, gosto demais de você e acho que sabe disso né.
Não entendo porque quer se afastar. Me diz que também não sabe o que está acontecendo...mas parece o contrário.
Gostei muito de saber que você gosta de mim, mas fiquei muito insegura com isso, senti algo tão gostoso mas você quer se afastar. Te quero muito bem, e você se tornou e sempre será uma pessoa especial para mim. Aprendi que amores verdadeiros nunca são vividos por muito tempo, sempre há algo que impede...isso é verdade?
O que fez tudo isso acontecer? Como paramos aqui? E porque não consigo te sentir aqui?
Estou entristecida com tudo. Não me esqueço nunca. Beijo.

domingo, dezembro 23, 2007

Distante.


Tudo claro, tão brilhante, assim tenho medo.
Todos tão atenciosos. Atenciosos.



Sempre suspeito quando me dispensam atenção. Demais ou não.


Não me sinto parte de nada e ninguém...
penso por vezes que estou no lugar errado e sinto saudades...
Não sei se devo esperar algo dos outros... mas quando espero me machuco.

Cansei tantas vezes de todos.Me sinto bem quando estou só e aprendi a sentir apanhando muito do nada.


Mas não gostaria de sempre me sentir deslocada.
Passei da fase de querer ser normal, de querer ser anormal e de novamente querer me encaixar nos padrões. Agora só quero poder ser e disso não abro mão.





Minhas esquisitices são seus desconhecimentos,



é tenho saudades de contatos mais humanos, de mais toques e surpresas e poucos medos.



imagens: retiradas de um clipe do Sonic Youth

sábado, dezembro 22, 2007


"Não é o tédio a doença do aborrecimento de nada ter que fazer, mas a doença maior de se sentir que não vale a pena fazer nada" (Fernando Pessoa, Livro do desassossego).